Curso Paramana Doula

Bom dia!
 
É com enorme prazer que anunciamos a abertura de novas vagas para inscrição no curso Paramana Doula, decisão decorrente do volume de pedidos por parte das pessoas interessadas, bem como de um pedido expresso dos formadores para que fosse possível levar a sua mensagem a um grupo mais alargado de pessoas, ficando garantida a qualidade do evento.
 
Uma vez que o número de novas vagas disponíveis é bastante limitado, agradecemos a todos os interessados que enviem um mail para cursos@maternar.pt para confirmar esta mesma disponibilidade, antes de procederem ao envio da ficha de inscrição e efectuarem o respectivo pagamento.
 
Devido a estas alterações, decidimos prolongar por mais duas semanas o prazo de pagamento da inscrição com desconto, pelo que os inscritos terão até ao dia 15 de Julho para liquidarem a totalidade do valor da sua inscrição, data a partir da qual este sofrerá um acréscimo (valores indicados na ficha de inscrição). Agradecemos a todos a vossa compreensão.
 
Toda a informação adicional continua disponível em saudefetalparto.wordpress.com ou no site da Maternar em www.maternar.pt.
 
Estaremos ao dispôr para quaisquer esclarecimentos, tanto através deste endereço de mail (cursos@maternar.pt) como por telefone (933 330 273).
Maternar
Dia 10 de Julho, sábado das 11:00 às 13:00 haverá mais um encontro Mãe Me Quer.

Para festejar o Verão sugiro trazerem...

- dicas de receitas de verão
- bricadeiras de verão
- cuidados a ter no Verão com os bebés e crianças

Algumas ideias e estudos apresentados num encontro que ouve em Madrid com Liliana Lammers e Henrique Elebrero (Ginecologista no Hospital Acuario) sobre a Alegria na gravidez.


“Filosofia para Crianças: que papel na educação?


1 de Julho 2010, 5ª feira, 18h30
Fundação Calouste Gulbenkian - Sala 1

Abertura - João Caraça - Director do Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian

Painel:
A Filosofia para Crianças - Dina Mendonça - Investigadora da Universidade Nova de Lisboa e Presidente da Associação Brincar a Pensar

(com visionamento de um filme de 10 mins)

A Experiência da Filosofia para Crianças no Valsassina - João Valsassina - Director Pedagógico do Colégio Valsassina   

A visão da Pediatria e do Desenvolvimento - Paulo Oom - Clinica Gerações e Instituto de Ciências da Saúde - Universidade Católica Portuguesa

O percurso da Filosofia para Crianças no Centro Cultural de Cascais -Centro Cultural de Cascais

Debate com assistência

Encerramento - Ricardo Santos - Presidente da Sociedade Portuguesa de Filosofia

Participantes: Escolas, Educadores, Professores e Pais

Inscrição gratuita aqui.

Organização: Associação Brincar a Pensar

Apoios
Logo FCG

yoga para crianças nas férias de verão

O sol que brilha dentro de nós

História

O que é o sol, como o sentimos?

Saudação ao Sol

Norte, sul, este, oeste

Yoga na praia

Relaxamento

lanche

O sol no papel

Cantar ao sol


Ondas de emoções

Auto retrato do corpo das emoções

Diferentes estados de emoção

Sentir e escutar o corpo

Aula de yoga

Ouvir o Silêncio

Lanche

Caixa das emoções


Datas e idades

Dia 13 e 21 de Julho (terça e quarta-feira)  4-6 anos

Dia 16 e 23 de Julho (sexta-feira) 7-9 anos


Local

Av. do Mónaco nº 35  Estoril


Inclui

Material de yoga

Material de suporte às actividades


O que cada criança deve levar

Roupa confortável

Lanche saudável


Liminite de inscrições

Minino 4 e max 8 crianças


CONTACTOS

Rita Desterro  91 34 50 449

yoga.sukhi@gmail.com

Yoga nas Escolas





Escola Primária do Estoril

Bebés amamentados têm menos febre após a vacinação

01/06/10,01:38, Estudo publicado na revista “Pediatrics”

Após a administração de uma vacina é comum a manifestação de sintomas leves de doença, tais como febre ligeira, perda de apetite e dor ou inflamação no local onde foi aplicada a vacina. Os bebés que recebem as vacinas durante o primeiro ano de vida apresentam sintomas leves e passageiros após a inoculação, mas entre 1 a 2% têm febre alta.

Neste estudo, liderado por Alfredo Pisacane, da Universidade Federico II, em Nápoles, Itália, os cientistas verificaram que os bebés alimentados com leite materno respondem à vacinação de forma diferente dos alimentados com leite em pó.

Para aferir uma possível relação, os cientistas solicitaram a 450 mães para que medissem a febre dos seus bebés durante vários dias depois da vacinação. Após a primeira ou a segunda doses das combinações de vacinas (contra a difteria, o tétano, a tosse convulsa, a hepatite B, a poliomielite, a Haemophilus influenzae tipo B -Hib- e a infecção pneumocócica), as mães mediram a temperatura rectal dos seus bebés nessa mesma tarde e durante os três subsequentes.

Do total dos bebés, 120 eram exclusivamente amamentados, 154 foram alimentados com leite materno e com biberão e 176 só com biberão.

No momento de receberem a primeira e a segunda vacinas, as crianças tinham, em média, entre 3 a 6 meses. As crianças do grupo amamentado apresentarem um risco de febre 54% menor do que as crianças do grupo alimentado com leite em pó. No caso das crianças em que a amamentação foi conjugada com o biberão, esse risco foi 42% menor do que o das crianças do grupo alimentado exclusivamente com leite em pó.

O efeito aparentemente benéfico da amamentação manteve-se após terem sido considerados factores como educação da mãe e número de filhos.

Segundo os cientistas, o leite materno tem a função antipirética dado que reduz a produção de proteínas inflamatórias que se libertam logo após a vacinação, mas o contacto com a pele da mãe também traz tranquilidade, fazendo com que os bebés, mesmo com febre, não percam tão facilmente o apetite. 

Corte do cordão umbilical deve ser atrasado

Estudo publicado no “Journal of Cellular and Molecular Medicine”

Antes do corte, os médicos prendem (pinçam) o cordão umbilical para que este pare de pulsar, um procedimento que é realizado no primeiro minuto após o nascimento, mas uma revisão sobre o tema indica que esperar até o cordão deixar de pulsar traz múltiplos benefícios para a saúde do bebé.

Vários estudos sobre o tema têm reforçado a importância do sangue do cordão umbilical, rico em células estaminais, para a saúde do bebé. Neste estudo, liderado por Paul Sanberg, da University of South Florida, nos EUA, os cientistas salientam ter sido verificado que estas células do sangue do cordão umbilical ajudam a evitar problemas, como doenças respiratórias crónicas, anemia, problemas da visão, septicemia e, até, hemorragia cerebral.

A prática de prender o cordão começou há cerca de 50 anos, quando não se sabia a importância das células estaminais. Mas, segundo o cientista, parar essa transferência de sangue antes que essa função cesse por si própria é contraproducente. O cientista refere até o facto de, antes de o parto ser realizado amplamente em ambiente hospitalar, as mulheres darem naturalmente à luz de cócoras, uma posição que facilitaria a passagem do sangue do cordão umbilical para o bebé nos momentos após o nascimento.

Os cientistas referem que, actualmente, cada vez mais os médicos alargam o período do entre o parto e o e corte do cordão, aliás, porque muitas mães pedem para que o bebé seja colocado na sua barriga antes do corte, facto que atrasa ainda mais esse procedimento. Também fazem questão de avisar as mães que esperar mais tempo até que seja efectuado o corte não irá impedir que, caso queiram, as células do cordão umbilical sejam guardadas para uso futuro, procedimento cada vez mais comum no mundo ocidental. 

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