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Dia 13 e 21 de Julho (terça e quarta-feira)  4-6 anos

Dia 16 e 23 de Julho (sexta-feira) 7-9 anos


Local

Av. do Mónaco nº 35  Estoril


Inclui

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O que cada criança deve levar

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Minino 4 e max 8 crianças


CONTACTOS

Rita Desterro  91 34 50 449

yoga.sukhi@gmail.com

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Escola Primária do Estoril

Bebés amamentados têm menos febre após a vacinação

01/06/10,01:38, Estudo publicado na revista “Pediatrics”

Após a administração de uma vacina é comum a manifestação de sintomas leves de doença, tais como febre ligeira, perda de apetite e dor ou inflamação no local onde foi aplicada a vacina. Os bebés que recebem as vacinas durante o primeiro ano de vida apresentam sintomas leves e passageiros após a inoculação, mas entre 1 a 2% têm febre alta.

Neste estudo, liderado por Alfredo Pisacane, da Universidade Federico II, em Nápoles, Itália, os cientistas verificaram que os bebés alimentados com leite materno respondem à vacinação de forma diferente dos alimentados com leite em pó.

Para aferir uma possível relação, os cientistas solicitaram a 450 mães para que medissem a febre dos seus bebés durante vários dias depois da vacinação. Após a primeira ou a segunda doses das combinações de vacinas (contra a difteria, o tétano, a tosse convulsa, a hepatite B, a poliomielite, a Haemophilus influenzae tipo B -Hib- e a infecção pneumocócica), as mães mediram a temperatura rectal dos seus bebés nessa mesma tarde e durante os três subsequentes.

Do total dos bebés, 120 eram exclusivamente amamentados, 154 foram alimentados com leite materno e com biberão e 176 só com biberão.

No momento de receberem a primeira e a segunda vacinas, as crianças tinham, em média, entre 3 a 6 meses. As crianças do grupo amamentado apresentarem um risco de febre 54% menor do que as crianças do grupo alimentado com leite em pó. No caso das crianças em que a amamentação foi conjugada com o biberão, esse risco foi 42% menor do que o das crianças do grupo alimentado exclusivamente com leite em pó.

O efeito aparentemente benéfico da amamentação manteve-se após terem sido considerados factores como educação da mãe e número de filhos.

Segundo os cientistas, o leite materno tem a função antipirética dado que reduz a produção de proteínas inflamatórias que se libertam logo após a vacinação, mas o contacto com a pele da mãe também traz tranquilidade, fazendo com que os bebés, mesmo com febre, não percam tão facilmente o apetite. 

Corte do cordão umbilical deve ser atrasado

Estudo publicado no “Journal of Cellular and Molecular Medicine”

Antes do corte, os médicos prendem (pinçam) o cordão umbilical para que este pare de pulsar, um procedimento que é realizado no primeiro minuto após o nascimento, mas uma revisão sobre o tema indica que esperar até o cordão deixar de pulsar traz múltiplos benefícios para a saúde do bebé.

Vários estudos sobre o tema têm reforçado a importância do sangue do cordão umbilical, rico em células estaminais, para a saúde do bebé. Neste estudo, liderado por Paul Sanberg, da University of South Florida, nos EUA, os cientistas salientam ter sido verificado que estas células do sangue do cordão umbilical ajudam a evitar problemas, como doenças respiratórias crónicas, anemia, problemas da visão, septicemia e, até, hemorragia cerebral.

A prática de prender o cordão começou há cerca de 50 anos, quando não se sabia a importância das células estaminais. Mas, segundo o cientista, parar essa transferência de sangue antes que essa função cesse por si própria é contraproducente. O cientista refere até o facto de, antes de o parto ser realizado amplamente em ambiente hospitalar, as mulheres darem naturalmente à luz de cócoras, uma posição que facilitaria a passagem do sangue do cordão umbilical para o bebé nos momentos após o nascimento.

Os cientistas referem que, actualmente, cada vez mais os médicos alargam o período do entre o parto e o e corte do cordão, aliás, porque muitas mães pedem para que o bebé seja colocado na sua barriga antes do corte, facto que atrasa ainda mais esse procedimento. Também fazem questão de avisar as mães que esperar mais tempo até que seja efectuado o corte não irá impedir que, caso queiram, as células do cordão umbilical sejam guardadas para uso futuro, procedimento cada vez mais comum no mundo ocidental. 

O teu filho é uma boa pessoa, por Dr. Carlos González


por Dr. Carlos González

abrazo.jpgCuando una esposa afirma que su marido es muy bueno, probablemente es un hombre cariñoso, trabajador, paciente, amable... En cambio, si una madre exclama "mi hijo es muy bueno", casi siempre quiere decir que se pasa el día durmiendo, o mejor que "no hace más que comer y dormir" (a un marido que se comportase así le llamaríamos holgazán). Los nuevos padres oirán docenas de veces (y pronto repetirán) el chiste fácil: "¡Qué monos son... cuando duermen!" 

Y así los estantes de las librerías, las páginas de las revistas, las o ndas de la radio, se llenan de "problemas de la infancia": problemas de sueño, problemas de alimentación, problemas de conducta, problemas en la escuela, problemas con los hermanos... Se diría que cualquier cosa que haga un niño cuando está despierto ha de ser un problema. 
Nadie nos dice que nuestros hijos, incluso despiertos (sobre todo despiertos), son gente maravillosa; y corremos el riesgo de olvidarlo. Aún peor, con frecuencia llamamos "problemas", precisamente, a sus virtudes. 


Ler continuação do artigo.

Artigo retirado do site Amamantar Asturias

Ama como a estrada começa

(Mário Cesariny)

Esculturas que mudam a natureza e as brincadeiras




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