Como cresceram...










Olá Filipa e Maria Manuel

Hoje sentimos a tua falta, já estamos com saudades vossas, por isso decidimos escrever-vos aqui do nosso encontro. Vimos todas juntas o vosso blog e estamos acompanhar a vossa estadia aí pelas africas... a Maria Manuel parece estar adorar e pelos vistos os marroquinos também...

Hoje tivemos uma grande surpresa a Inês já anda!! Ela já andava uma despachada mas agora só quer é andar, até parece mais crescida!

O Diogo já está tão diferente... está um homenzinho lindo. Já mama melhor e o leite da Mira deve ser bom bom porque ele já está a ficar um gordinho lindo.

Tiramos algumas fotos para veres.

Mandamos-te todas muitos beijinhos para ti e para a Maria

Farinha Mágica

Coloca numa mesa limpa farinha maisena com água e brinca com as mãos... vais ver como esta farinha é mágica.

Nas tuas mãos a farinha com água é liquida liquida, mas quando colocas as tuas mãos na mesa como por magia a farinha fica dura... é uma brincadeira não só para crianças...

Plasticina caseira

Material:

- Farinha maisena
- Bicabornato de sódio
- Água
- 1 copo (250 ml)
- 1 taça/ tigela
- Corante alimentar
- Colher de pau
- 1 tacho pequeno
- Fogão

Procedimentos:
1- Numa taça ou tigela deita meio copo de farinha maisena e um copo de bicarbonato de sódio.
2- Com a colher mistura bem os dois sólidos e adiciona três quartos de copo de água (um bocadinho mais do que metade de um copo).
3- Vai adicionando a água à medida que vais mexendo até que os grumos tenham desaparecido todos.
4- Adiciona algumas gotas de corante alimentar até ficar a cor que se desejar e depois coloca a mistura num tacho.
5- Leva o tacho ao lume médio e vai mexendo constantemente até se obter uma mistura parecida ao puré de batata. Desliga o lume e deixa arrefecer a massa.
6- Depois de a massa estar fria amassa-a bem e já está, acabaste de fabricar a tua própria plasticina!

A massa conserva-se durante varias semanas se for guardada num recipiente fechado.

O amor visto pelas crianças...

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»

Rebeca, 8 anos

«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»

Billy, 4 anos

«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»

Karl, 5 anos


«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»

Chrissy, 6 anos


«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»

Terri, 4 anos


«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»

Danny, 7 anos


«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»

Emily, 8 anos

rsssssssssssssss «O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»

Noelle, 7 anos


«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)

Tommy, 6 anos


«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»

Clare, 6 anos


«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»

Elaine, 5 anos


«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»

Chris, 7 anos


«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.»

Mary Ann, 4 anos

«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)

Karen, 7 anos


«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se.»

Jessica, 8 anos

E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa. A vencedora foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se.

Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: "Nada, só o ajudei a chorar".

Os Direitos da Criança

A criança
Toda a criança,
Seja de que raça for,
Seja negra, branca, vermelha, amarela,
Seja rapariga ou rapaz.
Falr que língua falar,
Acredite no que acreditar, Pense o que pensar,
Tenha nascido seja onde for,
Ela tem direito...

... A ser para o homem a
RAzão primeira da sua luta.
O Homem vai proteger a criança
Com leis, ternura, cuidados
Que a tornem livre, feliz,
Pois só é livre, feliz
Quem pode deixar crescer
Um corpo são,
Quem pode deixar descobrir
Livremente
O coração
E o pensamento.
Este nascer e crescer e viver assim
Chama-se dignidade.
E em dignidade vamos
Querer que a criança
Nasça,
Cresça,
Viva...

... E a criança nasce
E deve ter um nome
Que seja o sinal dessa dignidade.
Ao Sol chamamos Sol
E à Vida chamamos Vida.
Uma criança terá o seu nome
também.
E ela nasce numa terra determinada
Que a deve proteger.
Chamemos-lhe Pátria a essa terra,
Mas chamemos-lhe antes Mundo...

... E nesse Mundo ela vai crescer.
Já sua tem o direito
A toda a assistência que assegura um
nascer perfeito.
E, depois, a criança nascida,
Depois da hora radical do parto,
A criança deverá receber
Amor,
Alimentação,
Casa,
Cuidados médicos,
O amor sereno de mãe e pai.
Ela vai poder
Rir,
Brincar,
Crescer,
Aprender a ser feliz...

... Mas há crianças que nascem
diferentes E tudo devemos
fazer para que isto não aconteça.
Vamos dar a essas
crianças um amor maior ainda.

E a criança nasceu E vai desabrochar
como Uma flor, Uma
árvore, Um pássaro, E uma uma flor, Uma
árvore, Um pássaro
Precisam de amor- a seiva da terra, a
luz do Sol. De
quanto amor a criança não precisará?
De quanta
Segurança? Os pais e todo o Mundo
que rodeia a criança
Vão participar na aventura De uma
vida que nasceu.
Maravilhosa aventura! Mas se a
criança não tem familia?
Ela tê-la-á, sempre: numa sociedade
justa todos serão
sua familia. Nunca mais haverá uma
criança só, Infância
nunca será solidão.

E a criança vai aprender a crescer.
Todos temos de a ajudar! Todos! Os
pais, a escola, todos nós! E vamos
ajudá-la a descobrir-se a si própria E os
outros. Descobrir o seu mundo, A sua
força, O seu amor, Ela vai aprender a
viver Com ela própria E com os outros:
Vai aprender a fraternidade, A fazer
fraternidade. Isto chama-se educar:
Saber isto é aprender a ensinar.

Em situação de perigo
A criança, mais do que nunca,
Está sempre em primeiro lugar...
Será o Sol que não se apaga
Com o nosso medo,
Com a nossa indiferença:
A criança apaga, por si só,
Medo e indiferença das nossas
frontes...

A criança é um mundo
Precioso
Raro.
Que ninguém a roube,
A negoceie,
A explore
Sob qualquer pretexto.
Que ninguém se aproveite
Do trabalho da criança
Para seu próprio proveito.
São livres e frágeis as suas mãos,
Hoje:
Se as não magoarmos
Elas poderão continuar
Livres
E ser a força do Mundo
Mesmo que frágeis continuem...

A criança deve ser respeitada
Em suma,
Na dignidade do seu nascer.
Do seu crescer,
Do seu viver.
Quem amar verdadeiramente a criança
Não poderá deixar de ser fraterno:
Uma criança não conhece fronteiras,
Nem raças,
Nem classes sociais:
Ela é o sinal mais vivo do amor,Embora, por vezes, nos possa parecer cruel.
Frágil e forte, ao mesmo tempo,
Ela é sempre a mão da própria vida
Que se nos estende,
Nos segura
E nos diz:
Sê digno de viver!
Olha em frente!



Texto Matilde Rosa Araújo
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